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Esporte

Gol de Vini garante alívio para um Brasil insistente entre altos e baixos diante da Colômbia.

Fonte: Globo

Seleção começa a mil por hora, se perde e sofre pressão no primeiro tempo, mas melhora a medida que Dorival mexe no time e tem esforço recompensado com vitória nos minutos finais.

Uma vitória do alívio, da individualidade e da insistência.

Não foram poucas as vezes que os jogadores disseram que era uma Data Fifa onde o importante era ganhar, mais do que dar espetáculo. E assim foi a atuação da Seleção no 2 a 1 sobre a Colômbia, no Mané Garrincha. O chute de longa distância de Vini Júnior recompensou um Brasil que alternou bons e maus momentos, mas nunca se privou de se lançar ao ataque.

Depois de um primeiro tempo em que foi uma espécie de médico e monstro, com primeiros 20 minutos excelentes e os 25 restantes pavorosos, o time de Dorival Júnior conseguiu empurrar a Colômbia para dentro do seu próprio campo na volta do intervalo e foi melhorando a medida que o treinador fazia substituições. Todos os jogadores que entraram no segundo tempo tiveram boa atuação e Vini chamou a responsabilidade.

Brasil x Colômbia

  • Posse de bola: 53% x 47%
  • Finalizações: 17 x 10
  • Finalizações no gol: 5 x 2
  • Passes trocados: 375 x 356
  • Faltas cometidas: 15 x 24

O início até indicava um Brasil empolgante. Verticalizando as ações e com Bruno Guimarães impondo um ritmo de velocidade na saída de bola, a equipe chegava muito rapidamente ao gol de Vargas. Foi assim que Vini sofreu pênalti logo aos três minutos, em jogada toda com passes rápidos para frente: Alisson para Bruno Guimarães, que logo acionou Raphinha para achar Vini nas costas da zaga.

A vantagem rápida, por sua vez, não deu tranquilidade a um Brasil que seguiu espetando para usar a velocidade dos homens de frente. Rodrygo ainda levou perigo em chute cruzado, mas a partir dos 20 minutos a Colômbia acertou a marcação pressão no campo de ataque e a Seleção se perdeu. Não conseguia reter a bola, não conseguia cadenciar o jogo, e a saída de Gerson, lesionado, piorou um cenário que tornou o empate colombiano questão de tempo.

Foram 25 minutos onde os brasileiros praticamente não conseguiam passar da intermediária defensiva com a bola dominada e parecia que a Colômbia era quem jogava em casa. O intervalo foi um alívio para Dorival fazer ajustes e tornar o jogo mais equilibrado.

O jogo voltou mais aberto no segundo tempo, com trocação franca e superioridade brasileira. Se a Colômbia abusava do chuveirinho buscando Córdoba, o Brasil voltou a ser vertical e com um jogo associativo que indicou bons momentos. A medida que Dorival mexia, a equipe melhorava e se debruçava no campo de ataque.

Matheus Cunha deu maior fluidez ao ataque no lugar de João Pedro e teve bons momentos de diálogo com Vini. A dupla Wesley e Savinho deu volume a um lado direito onde Vanderson e Rodrygo foram mais discretos. E a reta final foi de pressão.

O bonito gol de fora da área deu números mais justos tanto para o jogo quanto para Vinícius, que chamou para si a responsabilidade em todo o segundo tempo. Se não foi brilhante, a Seleção ao menos cumpriu o que profetizou para o jogo: vencer a qualquer custo.

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