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Franca

Desenvolvimento lança projeto para capacitação nos setores de couro e calçado.

A Secretaria de Inovação e Desenvolvimento criou o Projeto “Ofício e Renda: Inclusão Produtiva na Cadeia do Couro e Calçado”, que visa capacitar pessoas em situação de vulnerabilidade social para atuação de forma produtiva e geração de renda nos setores coureiro e calçadista.

O projeto é destinado, prioritariamente, às mulheres chefes de família, jovens e desempregados, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, atendidos pelos CRAS (Centro de Referência em Assistência Social).

Lucimara Prado, secretária de Inovação e Desenvolvimento, destacou a importância da iniciativa. “O objetivo é promover a inclusão produtiva por meio de formação técnica gratuita, incentivo ao empreendedorismo e apoio direto na criação de pequenos negócios”, disse.

O projeto terá duração total de 5 meses, dividido em duas etapas. A primeira é a Capacitação Técnica, realizada pelo SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), em que os participantes poderão escolher um dos cursos técnicos gratuitos, ministrados pela escola: ‘Confecção de Sandálias e Rasteiras’ (40 horas) – às segundas, terças e quartas-feiras, das 19 às 22 horas; ‘Confecção de Produtos Promocionais em Couro e Sintético’ (60 horas) – segundas, terças e quartas-feiras, das 19 às 22 horas e Desenvolvimento de Peça Piloto de Bolsas em Couro (48 horas) – às segundas e quintas-feiras, das 19  às 22 horas. Para avançar à segunda etapa, é obrigatório frequentar 100% das aulas e demonstrar aptidão técnica ao final do curso.

A segunda fase conta com a ‘Oficina de Geração de Renda’, uma parceria da Prefeitura, FATEC e SEBRAE. “Concluída a capacitação técnica, os participantes ingressam em uma oficina prática na FATEC, com mentoria presencial para a produção de peças e simulação de mercado. Além disso, receberão capacitação empreendedora oferecida pelo SEBRAE”, explicou Lucimara.

Para ingressar na Oficina de Renda, o participante deverá ter 100% de frequência no curso técnico escolhido, aptidão prática comprovada, atestar vulnerabilidade econômica através do CRAS e ter disponibilidade para os encontros presenciais.

A secretária  destaca que a meta do projeto é capacitar até 60 pessoas para atuação produtiva no setor, estimular a criação de, pelo menos, 10 novos negócios ou iniciativas autônomas, fortalecer a autonomia financeira e a autoestima dos participantes.

Ao final do projeto, será promovida uma feira de exposição e incentivo à comercialização de produtos desenvolvidos.

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